Melhores Picos de Kitesurf no Brasil: Guia Completo do Nordeste
O Brasil é um dos melhores países do mundo pra praticar kitesurf e o Nordeste concentra os picos mais incríveis. Se você tá planejando uma trip de kite em 2026 ou quer conhecer novos spots, esse guia mostra onde ir e quando ir pra pegar as melhores condições.
Cumbuco, a capital do kite
Cumbuco, no Ceará, é considerada a capital nacional do kitesurf e não é à toa. A temporada de vento vai de junho a janeiro, com condições consistentes quase todo dia. A lagoa do Cauípe é perfeita pra quem tá aprendendo porque tem água rasa e sem onda, enquanto o mar oferece condições pra manobras mais avançadas. A estrutura de escolas e aluguel de equipamento é a melhor do país.
Jericoacoara e Preá
Jeri é daqueles lugares que a gente nem precisa explicar muito. Os melhores meses vão de julho a janeiro quando os ventos atingem entre 18 e 35 nós. A Praia do Preá, que fica a poucos quilômetros, é ainda mais intensa e já registrou rajadas de 42 nós. Se você curte velocidade e ondulação, Preá é o lugar.
Barra Grande, o segredo do Piauí
Barra Grande no Delta do Parnaíba é considerada um dos principais picos de kite do mundo. A temporada dos ventos alísios dura de julho a dezembro e o lugar mantém aquele clima de vilarejo tranquilo que muitos destinos já perderam. As condições são ideais tanto pra freestyle quanto pra freeride.
São Miguel do Gostoso
No Rio Grande do Norte, São Miguel do Gostoso tem uma alta temporada de vento que dura impressionantes 7 meses, de agosto a fevereiro. O ponto forte é a constância dos ventos e a variedade de condições entre flat water e ondulação, tudo no mesmo trecho de praia.
Atins, porta dos Lençóis
Atins fica na entrada dos Lençóis Maranhenses e oferece ventos constantes entre 15 e 25 nós de junho a janeiro. A água é rasa em boa parte da área, tornando o spot excelente pra iniciantes e intermediários. A paisagem com dunas e lagoas cristalinas é um bônus que poucos lugares no mundo conseguem oferecer. Confira equipamentos de kitesurf na Sprive.
